Este artículo presenta algunos resultados clave que son parte de la investigación doctoral titulada (Re)configuración de la subjetividad política de profesores de matemáticas que participan en colectivos: historias de vida y aprendizaje biográfico, adelantada en el marco del Doctorado Interinstitucional en Educación de la Universidad Pedagógica Nacional. En particular, este artículo presenta elementos del proceso metodológico que permitió llegar a comprensiones de cómo la participación en colectivos (re)configura la Subjetividad Política (SP) de seis profesores de matemáticas. Tras fundamentar la Investigación Biográfico-Narrativa y los elementos de la SP, se describe la cocreación de perfiles identitarios mediante entrevistas en profundidad. Posteriormente, se presentan avances de una primera hermenéutica que, mediante la metáfora del caleidoscopio y análisis verticales y horizontales, devela cómo la experiencia colectiva dota de sentido político a la práctica docente. Los resultados exponen un desplazamiento de la identidad técnica hacia una ética del “nosotros”, donde la memoria opera como fuerza que moviliza el presente. Se concluye que el colectivo antecede y sostiene la docencia, transformando la enseñanza en una apuesta de esperanza y resistencia situada. Esta estructura transita desde la fundamentación teórica y metodológica hasta la interpretación de hallazgos singulares y transversales.
This article presents key findings from the doctoral research project entitled (Re)configuration of the Political Subjectivity of Mathematics Teachers Participating in Collectives: Life Histories and Biographical Learning, conducted within the framework of the Doctorado Interinstitucional en Educación de la Universidad Pedagógica Nacional. In particular, the article presents elements of the methodological process through which understandings were developed regarding how participation in collectives (re)configures the Political Subjectivity (PS) of six mathematics teachers. After grounding the study in Biographical-Narrative Research and the constitutive elements of PS, the co-creation of identity profiles through in-depth interviews is described. Subsequently, advances from a first hermeneutic layer are presented, which, drawing on the metaphor of the kaleidoscope and through vertical and horizontal analyses, reveals how collective experience imbues teaching practice with political meaning. The findings point to a displacement from a technical identity toward an ethics of the “we”, in which memory operates as a force that mobilizes the present. It is concluded that the collective precedes and sustains teaching, transforming it into a situated wager of hope and resistance. The article moves from theoretical and methodological foundations toward the interpretation of both singular and cross-cutting findings.
Este artigo apresenta alguns resultados-chave que integram a pesquisa de doutorado intitulada (Re)configuração da subjetividade política de professores de matemática que participam em coletivos: histórias de vida e aprendizagem biográfica, desenvolvida no âmbito do Doctorado Interinstitucional en Educación da Universidad Pedagógica Nacional. Em particular, o artigo apresenta elementos do processo metodológico que permitiu construir compreensões acerca de como a participação em coletivos (re)configura a Subjetividade Política (SP) de seis professores de matemática. Após fundamentar a Pesquisa Biográfica-Narrativa e os elementos constitutivos da SP, descreve-se a cocriação de perfis identitários por meio de entrevistas em profundidade. Em seguida, são apresentados avanços de uma primeira hermenêutica que, mediante a metáfora do caleidoscópio e por meio de análises verticais e horizontais, revela como a experiência coletiva confere sentido político à prática docente. Os resultados apontam para um deslocamento da identidade técnica em direção a uma ética do “nós”, na qual a memória opera como força que mobiliza o presente. Conclui-se que o coletivo antecede e sustenta a docência, transformando o ensino em uma aposta de esperança e resistência situada. O artigo percorre um trajeto que vai desde a fundamentação teórica e metodológica até a interpretação de achados singulares e transversais.
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