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Radford, Luis
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Brasil
Canadá
Este artículo analiza cómo los procesos de subjetivación son producidos en el trabajo conjunto durante una Actividad de Enseñanza y Aprendizaje (AEA), discutiendo el potencial de la escuela como espacio de producción de lo colectivo y de una ética comunitaria. La investigación analiza episodios de interacción entre dos alumnas con baja visión en una AEA planificada según la Teoría de la Objetivación. La AEA favoreció interacciones colaborativas, el uso de artefactos culturales y la responsabilidad compartida. Los episodios muestran que el trabajo conjunto está atravesado por tensiones, diferencias y conflictos que constituyen momentos relevantes de los procesos de subjetivación. El reconocimiento del Otro no emerge de manera inmediata, sino que es producido mediante las interacciones dialógicas y las responsabilidades compartidas. Se concluye que, desde la Teoría de la Objetivación, el aprendizaje constituye un proceso cognitivo, social, material y ético, en el que el encuentro con el saber es inseparable de la transformación de los sujetos y de la constitución de una ética de orientación comunitaria.
This article analyzes how processes of subjectification emerge in joint labour during the implementation of a Teaching and Learning Activity (TLA), discussing the school as a space for the production of the collective and communitarian ethics. This qualitative and exploratory study examines episodes of interaction between two students with low vision participating in a TLA designed according to the Theory of Objectification. The TLA was organized to foster collaborative interactions, the use of cultural artifacts, and shared responsibility among the students. The analyzed episodes show that joint labour is shaped by tensions, differences, and conflicts that constitute important moments in processes of subjectification. Recognition of the Other does not emerge immediately but is produced through dialogical interactions and shared responsibilities. We conclude that, from the perspective of the Theory of Objectification, learning is simultaneously a cognitive, social, material, and ethical process in which encounters with knowledge are inseparable from the transformation of the subjects and the constitution of a communitarian-oriented ethics.
Este artigo analisa como os processos de subjetivação emergem no labor conjunto durante a realização de uma Atividade de Ensino e Aprendizagem (AEA), discutindo o potencial da escola como espaço de produção do coletivo e da ética comunitária. A pesquisa, de natureza qualitativa e exploratória, analisa episódios de interação entre duas alunas com baixa visão durante uma AEA planejada segundo os pressupostos da Teoria da Objetivação. A AEA foi organizada para favorecer interações colaborativas, o uso de artefatos culturais e o compartilhamento de responsabilidades entre as estudantes. Os episódios evidenciam que o labor conjunto é atravessado por tensões, diferenças e conflitos que constituem momentos importantes dos processos de subjetivação. O reconhecimento do Outro não emerge de forma imediata, mas é produzido na temporalidade das interações dialógicas e das responsabilidades compartilhadas. Concluímos que a aprendizagem, na perspectiva da Teoria da Objetivação, constitui um processo simultaneamente cognitivo, social, material e ético, no qual o encontro com o saber está indissociavelmente ligado à transformação dos sujeitos e à constituição de uma ética de orientação comunitária.
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