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Entre o currículo e as masculinidades: Descompasso entre o prescrito e o realizado na disciplina de Educação para a Diversidade

  • de Almeida, Dione Alves [1] ; Gonçalves, Harryson Júnio Lessa [1]
    1. [1] Universidade Estadual Paulista

      Universidade Estadual Paulista

      Brasil

  • Localización: Revista Venezolana de Investigación en Educación Matemática: (REVIEM), ISSN-e 2739-039X, Vol. 5, Nº. 3, 2025 (Ejemplar dedicado a: Estudios de género y sexualidades en Educación Matemática), págs. 1-20
  • Idioma: portugués
  • DOI: 10.54541/reviem.v5i3.156
  • Títulos paralelos:
    • Entre el currículo y las masculinidades: Una brecha entre lo prescrito y lo practicado en la asignatura de Educación para la Diversidad
    • Between curriculum and masculinities: A gap between what’s prescribed and what’s practiced in the Diversity Education course
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este estudio investiga cómo la masculinidad hegemónica influye en la formación de futuros/as profesores/as de Matemáticas en Matemáticas del IFNMG, campus Salinas, tomando como base documentos oficiales del curso de Licenciatura en Matemáticas y las dinámicas observadas en las clases de la asignatura Educación para la Diversidad. La investigación, de carácter etnográfico, revela una discrepancia entre el currículo prestito (PPC), que valora la diversidad, y el currículo implementado en la práctica, que se limita a la Educación Especial y descuida temas como género, raza, clase, etnia y sexualidad. El análisis muestra que esta brecha compromete la formación crítica de los futuros docentes y refuerza estereotipos vinculados a la masculinidad hegemónica en las Matemáticas. Se concluye que la formación docente en Matemáticas debe superar la ilusión de neutralidad, integrando efectivamente una perspectiva crítica sobre la diversidad y alineándose con las directrices educativas actuales (como el PNLD y la Resolución CNE/2024). Finalmente, el estudio sugiere revisar el PPC, capacitar al profesorado e incluir narrativas no eurocéntricas para una formación verdaderamente emancipadora y plural.

    • português

      Este estudo investiga como as masculinidades influenciam a formação de professores/as de Matemática, tomando como base documentos oficiais do curso de Licenciatura em Matemática do IFNMG, campus Salinas, e as dinâmicas observadas nas aulas da disciplina de Educação para a Diversidade. A pesquisa, de caráter etnográfico, revela um descompasso entre o currículo prescrito (PCC), que valoriza a diversidade, e o currículo realizado em aulas, que se limita à Educação Especial, negligenciando temas como gênero, raça, classe, etnia e sexualidade. A análise mostra que essa lacuna compromete a formação crítica dos futuros docentes e reforça estereótipos ligados à masculinidade hegemônica na Matemática. Conclui-se que a formação docente em Matemática precisa superar a ilusão de neutralidade, integrando efetivamente perspectiva crítica sobre diversidade e alinhando-se às diretrizes educacionais atuais (como o PNLD e a Resolução CNE/2024). Por fim, o estudo sugere a revisão do PPC, a capacitação docente e a inclusão de narrativas não eurocêntricas para uma formação verdadeiramente emancipatória e plural.

    • English

      This study investigates how hegemonic masculinity influences the training of future Mathematics teachers at IFNMG, Salinas campus, based on official documents from the Mathematics Teaching Degree program and classroom dynamics observed in the subject Diversity Education course. The ethnographic research reveals a mismatch between the prescribed curriculum (PPC), which values diversity, and the curriculum implemented in practice, which is limited to Special Education and neglects topics such as gender, race, class, ethnicity, and sexuality. The analysis shows that this gap undermines the critical training of future teachers and reinforces stereotypes linked to hegemonic masculinity in Mathematics. It concludes that Mathematics teacher education must overcome the illusion of neutrality by effectively integrating a critical perspective on diversity and aligning with current educational guidelines (such as the PNLD and CNE Resolution/2024). Finally, the study suggests revising the PPC, training faculty, and including non-Eurocentric narratives for a truly emancipatory and plural education.

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