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Gómez-Pulido, José Manuel
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Pecos-Marín, Daniel
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Meneses-Castaño, Cyndi
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Santiago, Chile
Alcalá de Henares, España
Colombia
Introducción: el dolor crónico es una condición altamente prevalente y persistente, caracterizada por una baja adherencia a las intervenciones terapéuticas, lo que compromete la efectividad clínica y los resultados funcionales. En este contexto, la realidad virtual ha emergido como una estrategia innovadora para optimizar la participación del paciente.
Objetivo: examinar cómo se define, mide y reporta la adherencia en intervenciones basadas en realidad virtual en personas con dolor crónico, junto con describir los niveles observados y los enfoques metodológicos utilizados.
metodología: se realizó una revisión sistemática siguiendo la declaración prisma, incluyendo ensayos controlados aleatorizados identificados en bases de datos internacionales. La adherencia se analizó mediante una síntesis narrativa estructurada, organizando los indicadores según la taxonomía abc: asistencia, implementación y persistencia.
Resultados: se incluyeron siete estudios con heterogeneidad en la definición y medición de la adherencia. los niveles reportados oscilaron entre 64% y 94%, con mayor consistencia en intervenciones domiciliarias. Los métodos incluyeron registros objetivos, porcentaje de ejercicio completado, cumplimiento de sesiones y retención, evidenciando ausencia de estandarización.
Discusión: la realidad virtual mostró niveles de adherencia iguales o superiores a intervenciones convencionales, aunque estos parecen depender más de factores contextuales y de accesibilidad que del nivel de inmersión. La variabilidad metodológica limita la comparabilidad entre estudios y la identificación de umbrales óptimos.
Conclusiones: la realidad virtual presenta niveles de adherencia favorables, pero su impacto depende de la estandarización de su medición y del diseño de las intervenciones en contextos clínicos reales.
Introdução: A dor crónica é uma condição altamente prevalente e persistente, caracterizada pela baixa adesão às intervenções terapêuticas, o que compromete a eficácia clínica e os resultados funcionais. Neste contexto, a realidade virtual surge como uma estratégia inovadora para otimizar a participação do doente.
Objectivo: Examinar como a adesão a intervenções baseadas na realidade virtual é definida, medida e reportada em pessoas com dor crónica, e descrever os níveis observados e as abordagens metodológicas utilizadas.
Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática seguindo as guidelines PRISMA, incluindo ensaios clínicos randomizados identificados em bases de dados internacionais. A adesão foi analisada através de uma síntese narrativa estruturada, organizando os indicadores de acordo com a taxonomia ABC: frequência, implementação e persistência.
Resultados: Foram incluídos sete estudos, demonstrando heterogeneidade na definição e medição da adesão. Os níveis reportados variaram entre 64% a 94%, com maior consistência nas intervenções domiciliárias. Os métodos incluíram registos objetivos, percentagem de exercícios realizados, conclusão da sessão e retenção, revelando falta de padronização.
Discussão: A realidade virtual demonstrou níveis de adesão iguais ou superiores aos das intervenções convencionais, embora estes pareçam depender mais de fatores contextuais e de acessibilidade do que do nível de imersão. A variabilidade metodológica limita a comparabilidade entre estudos e a identificação dos limiares ótimos.
Conclusões: A realidade virtual demonstra níveis de adesão favoráveis, mas o seu impacto depende da uniformização da sua medição e do planeamento das intervenções em contextos clínicos reais.
Introduction: chronic pain is a highly prevalent and persistent condition, characterized by low adherence to therapeutic interventions, which compromises clinical effectiveness and functional outcomes. in this context, virtual reality has emerged as an innovative strategy to optimize patient engagement.
Objective: to examine how adherence is defined, measured, and reported in virtual reality–based interventions for individuals with chronic pain, as well as to describe observed adherence levels and the methodological approaches used.
Methodology: a systematic review was conducted following prisma guidelines, including randomized controlled trials identified in major databases. adherence was analyzed through a structured narrative synthesis, organizing indicators according to the abc taxonomy: initiation, implementation, and persistence.
Results: seven studies were included, revealing substantial heterogeneity in the definition and measurement of adherence. Reported adherence levels ranged from 64% to 94%, with greater consistency in home-based interventions. Measurement methods included objective logs, percentage of completed exercise, session completion, and retention, highlighting a lack of standardization.
Discussion: virtual reality demonstrated adherence levels equal to or higher than conventional interventions; however, these findings appear to be more influenced by contextual and accessibility factors than by the level of technological immersion. Methodological variability limits comparability and the identification of optimal adherence thresholds.
Conclusions: virtual reality shows favorable adherence levels, but its impact depends on the standardization of adherence measurement and the design of interventions within real clinical contexts.
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