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A Composição de um Rigor sem Órgãos por meio de uma Ópera de Movimentos Aberrantes

  • Autores: Danilo Olimpio Gomes, Roger Miarka
  • Localización: Praxis & Saber, ISSN-e 2216-0159, Vol. 15, Nº. 42, 2024 (Ejemplar dedicado a: …[y] matemática [y] educación [y] filosofía [y]…), págs. 1-22
  • Idioma: portugués
  • DOI: 10.19053/uptc.22160159.v15.n42.2024.16811
  • Títulos paralelos:
    • La Composición de un Rigor sin Órganos a través de una Ópera de Movimientos Aberrantes
    • From Discursive Remnants to the Composition of a Rigor without Organs through Aberrant Movements
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo busca asumir discursos enunciados sobre el rigor, multiplicándolos en posibilidades para producir el concepto de rigor sin órganos, para ser operado en diferentes espacios disciplinarios, de acuerdo con una regla de funcionamiento, más como un arma de invención de otras formas de vida en relación con un rigor que como una herramienta de reproducción de relaciones (de poder) con el rigor. Para lograr esto, se vale de los restos discursivos visibilizados en la tesis de maestría "La Disciplina de Análisis según Licenciandos y Profesores de Matemáticas de la Educación Básica" (Gomes, 2013) y del ejercicio de problematización y producción del concepto de rigor sin órganos, promovido por la tesis de doctorado "Rigor sin Órganos: en medio de relaciones discursivas, (r)ex(s)istencias posibles" (Gomes, 2020), en un recorrido que no desea territorializarse en ningún espacio específico, sino correr por tierras, ya sea conocidas o desconocidas. Como propuesta estética, se opta por una estructura de ópera como forma política de experimentación narrativa, motivada no solo por los gustos personales de los autores, sino por reconocer la potencia de operar con otras formas de organización del conocimiento que pueden llevar al lector a movilizar otros afectos.

    • English

      This article aims to take on discourses articulated around rigor, multiplying them into possibilities to produce the concept of rigor without organs, to be operated in different disciplinary spaces according to a rule of operation. It is seen more as a weapon for inventing other forms of life in relation to rigor than as a tool for reproducing (power) relations with rigor. To achieve this, it draws on discursive remnants made visible in the master's dissertation The Discipline of Analysis according to Mathematics Undergraduates and Teachers in Basic Education (Gomes, 2013) and the exercise of problematizing and producing the concept of rigor without organs, as promoted by the doctoral thesis Rigor without Organs: Amid Discursive Relations, Possible (Re)existences (Gomes, 2020). The article follows a path that does not seek to territorialize itself in any specific space but rather to traverse lands, sometimes known and sometimes unknown. As an aesthetic proposal, it opts for an opera-like structure as a political form of narrative experimentation, motivated not only by the authors' personal tastes but also by recognizing the power of working with other forms of knowledge organization that can evoke different affective responses in the reader.

    • português

      Este artigo se propõe a assumir discursos enunciados sobre o rigor, multiplicando-os em possibilidades para produzir o conceito de rigor sem órgãos, para ser operado em diferentes espaços disciplinares, de acordo com uma regra de funcionamento, mais como arma de invenção de outras formas de vida na relação com um rigor do que como ferramenta de reprodução de relações (de poder) com o rigor.  Para isso, vale-se dos restos discursivos visibilizados na dissertação de mestrado A Disciplina de Análise segundo Licenciandos e Professores de Matemática da Educação Básica (Gomes, 2013) e do exercício de problematização e produção do conceito de rigor sem órgãos, promovido pela tese de doutorado Rigor sem Órgãos: em meio a relações discursivas, (r)ex(s)istências possíveis (Gomes, 2020), em um percurso que não deseja territorializar-se em nenhum espaço específico, mas correr por terras, ora conhecidas ora desconhecidas. Como proposta estética, opta-se por uma estrutura de ópera como forma política de experimentação narrativa, motivada não apenas pelos gostos pessoais dos autores, mas por reconhecer a potência de operar com outras formas de organização do conhecimento que podem levar quem lê a mobilizar outros afetos.


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